" Quando não há possibilidades ... Deus faz o milagre!"

ACREDITE! Só Ele pode mudar a sua vida!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Jesus te ama!


E com um amor que nasce não do coração do homem
Mas do coração de Deus!
Ninguém pode te amar como Jesus te ama!
Simplesmente porque Jesus não tem amor

Ele é o amor!
O verdadeiro amor

Que não pode ser encontrado no coração humano
Mas do coração de Deus!
Ninguém pode te amar como Jesus te ama!
Simplesmente porque Jesus não tem amor

Ele é o amor
O verdadeiro amor

Que não pode ser encontrado no coração humano
Pois vem do alto, é espiritual, sobrenatural, sagrado.
Jesus não esperou ser amado por você
Para também te amar.
Ele já te ama, agora, ontem, amanhã e sempre.
O seu amor divino não estabelece condições
Ou imposições para te amar.
Jesus te ama como você é!

Para ele você não é feio ou bonito
Grande ou pequeno, branco ou negro
Rico ou pobre, jovem ou velho
Pois Jesus não olha a sua aparência
Mas Ele vê o seu coração.

E é ali, no seu coração
Que Ele quer habitar para lavar as suas feridas
Tirar toda a amargura, secar as suas lágrimas
E limpar as cicatrizes da sua alma

Porque você

Você é importante demais para Ele.


Atividade 4.4

Essa atividade consiste apenas na seleção dos materiais com base no projeto realizado na unidade III (ativ-3.4), para a produção de um produto hipermídia que será iniciado no encontro presencial. (Slide)

Atividade 4.3

A mídia tem uma forte influencia no campo pedagógico e este é um dos recursos que deve estar contemplado em nossos planejamentos a fim de complementar as nossas aulas para favorecer a compreensão e discussão entre os alunos. Para isso, é necessário que haja comprometimento dos profissionais da educação em se empenhar para dominar os recursos tecnológicos, pois o que vemos são muitos profissionais despreparados com o uso das tecnologias e desmotivados para aprender a utilizar tais recursos. Segundo Silvio é necessário ter uma alfabetização digital e esse pensamento realmente é muito claro quando vemos o uso das tecnologias sem nenhum preparo ou objetivo para que se desenvolva o conhecimento.

Atividade 4.2


O uso das mídias deve ser constante na organização dos nossos planejamentos. Tendo em vista que as tecnologias têm avançado com muita rapidez e precisamos acompanhar este desenvolvimento tecnológico para enriquecer as nossas aulas, tornando-as mais atrativas e contextualizadas para não privar o aluno das variadas formas de aprendizagem que temos á nossa disposição.
No portal do professor podemos encontrar diversas sugestões de planos de aulas e mídias que favorecem nosso fazer pedagógico. É um portal riquíssimo em sugestões que vem de encontro com os conhecimentos desenvolvidos durante o curso da TIC. Algumas sugestões de planos de aula que pesquisei seguem abaixo, os quais foram selecionados a partir de uma simples indagação que procurava encontrar no site sobre alguma sugestão para trabalhar com o nome dos alunos no processo de alfabetização.
Fiquei satisfeita com o que encontrei de sugestão e este site já está armazenado para futuras consultas, pois realmente tem vastas sugestões em todas as áreas do conhecimento educacional.



Atividade 4.1


O ensino atualmente tem se evoluído de forma significativa em se falando das mídias, uma vez que os recursos tecnológicos crescem a cada momento e a escola deve estar preocupada em propor meios para que o educando construa seu próprio conhecimento.
Devido os avanços tecnológicos, hoje o uso do computador nas diferentes mídias é praticamente universal, e o aluno ao chegar á escola já sabe manusear este recurso cabendo ao professor saber lidar com tais tecnologias sabendo que até mesmo o barulho do próprio corpo é um objeto de mídias.
Ao assistir o filme, percebe-se que os movimentos realizados são simplesmente feitos com o próprio corpo, alguns usando tecnologias, outros não. Todos os movimentos são bem coordenados em sua execução. O que se percebe é que o corpo é a própria mídia. Através disso, notamos que quanto mais instigarmos os nossos alunos a imaginar, mais criativos eles se tornarão.
Ao assistir o vídeo percebi que a música que acompanha o ritmo da expressão corporal é um ótimo recurso tecnológico, pois ele demonstra com esse trabalho que as crianças podem ser motivadas a participar e consequentemente melhora o desempenho e a aprendizagem daqueles que sentem dificuldades maiores de se expor ao público. A expectativa de utilizar recursos tecnológicos em salas de aulas pode contribuir e encorajar nossos alunos para enriquecimento do processo de ensino/aprendizagem.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

PROJETO: AS CINCO REGIÕES BRASILEIRAS


PROJETO: AS CINCO REGIÕES BRASILEIRAS


Direção:
Giseli Souza de Oliveira
Coordenação:
Cleide Moraes de Souza Santos
Edicleide Ayala Matheussi
Maria Olga Aquino do Nascimento
Professores envolvidos no projeto:
Fátima Mercedes Maksoud Batista
Professor da STE:
Monalisa Mara Meninelli Molina
Escola:
E.P.M. Prefeito Adê Marques
Público Alvo:
Alunos do 5°Ano B
Turno:
Vespertino

OBJETIVOS
a) Conceituais
1) Conhecer a divisão do Brasil em cinco regiões administrativas proposta pelo IBGE.
2) Compreender como os aspectos (ou sistemas) naturais e humanos criam espaços e estruturas que formam uma totalidade.
3) Conhecer os aspectos marcantes de cada região, a ocupação e a transformação desse espaço.
4) Conhecer o Computador.
b) Procedimentais
- observar imagens;
- ler mapas;
- pesquisar, na sala de tecnologia.
- organizar a “Semana das Regiões”.
- montar slides individuais para cada região do Brasil.
c) Atitudinais
- interessar-se pelas diferentes manifestações culturais e regionais da população brasileira.
- ponderar sobre as diferenças regionais
- trabalhar em grupo.
- utilizar o computador em dupla ou trio, para o desenvolvimento do slide em grupo.

Publico Alvo: Ensino Fundamental, 5°ano B - Vespertino.
ESTRATÉGIA
A classe será dividida em cinco grupos
O Grupo 1 – Realizará o trabalho sobre a região Norte do Brasil;
O Grupo 2 – Realizará o trabalho sobre a região Nordeste do Brasil;
O Grupo 3 – Realizará o trabalho sobre a região Sudeste do Brasil;
O Grupo 4 – Realizará o trabalho sobre a região Centro-Oeste do Brasil;
O Grupo 5 – Realizará o trabalho sobre a região Sul do Brasil.
Sobre a região destinada ao seu grupo você deverá pesquisar e montar um um slide sobre os seguintes itens:

a) A formação territorial.
- os povos nativos antes da chegada dos portugueses
- o processo de colonização
- os principais centros urbanos
- as atividades econômicas (agropecuária, extrativismo, indústria, comércio).
b) A Geografia física
- relevo
- características gerais do clima
- vegetação - ecossistema predominante
- hidrografia
c) A Formação Cultural
- alimentação – pratos típicos
- festas folclóricas e religiosas
- brincadeiras e vocabulário (termos) regionais
- pontos turísticos.
AS TAREFAS DEVERÃO SER DIVIDIDAS ENTRE OS COMPONENTES DO GRUPO:
Pesquisa
Internet
enciclopédias
livros
revistas
jornais (caderno turismo, por exemplo).
fotografias
cartões-postais
mapas
Desenvolvimento do slide de cada região

1 – Digitação
2 – Confecção de mapas (utilizar papel vegetal)
PARTES DO TRABALHO
* Cabeçalho contendo nome completo dos componentes do grupo, número, série, data.
* Título do trabalho: Região...
* Desenvolvimento: o grupo escreverá no slide o que pesquisou sobre os seguintes itens:
a) A formação territorial
- os povos nativos antes da chegada dos portugueses
- o processo de colonização
- os principais centros urbanos
- as atividades econômicas (agropecuária, extrativismo, indústria, comércio).

b) A Geografia física
- relevo
- características gerais do clima
- vegetação - ecossistema predominante
- hidrografia
c) A Formação Cultural
- alimentação – pratos típicos
- festas folclóricas e religiosas
- brincadeiras e vocabulário (termos) regionais
- pontos turísticos.

* Figuras e mapas
* Bibliografia: relação das fontes de pesquisa (internet, enciclopédias, livros, revistas jornais).
CONCEITOS
Região, regionalização, organização do espaço e divisão territorial do trabalho.
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
Analisar, compreender, descrever, localizar e pesquisar o tema proposto. Entender a formação do espaço a partir do conceito de região.
CONCLUSÃO DA ATIVIDADE
Semana das regiões. Durante este período, os grupos deverão apresentar para toda a escola cada região em forma de slide, características sócio-culturais de cada região, como: pratos típicos, literatura, costumes, festas, danças típicas, lendas e folclore.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Atividade 3.5 – Conceito de Curriculo


Muitas discussões têm sido feitas em relação ao currículo escolar, buscando destacar que ele não é meramente uma listagem de conteúdos ou uma especificação em documento que apresenta todos os objetivos, disciplinas, conteúdos e temas a serem tratados na escola.

Um currículo resulta de escolhas que devem levar em conta não apenas “o que” deve ser ensinado e “como” deve ser ensinado, mas principalmente “por que” este conhecimento deve ser ensinado. O que levou a opção por estes e não por outros conhecimentos? Quais são os interesses que estão por trás dessas escolhas?
O currículo precisa ser entendido como um processo de construção social, atravessado por relações de poder “que fizeram e fazem com que tenhamos esta definição determinada de currículo e não outra, que fizeram e fazem com que o currículo inclua um tipo determinado de conhecimento e não outro” (Silva 2002, p. 135)
O currículo vigente na maioria das escolas caracteriza-se pela fragmentação, pela descontextualização e pela irrelevância.
Os conhecimentos são trabalhados em partes, cada disciplina não estabelece relações com as outras e até dentro da mesma área não há uma abordagem sistêmica, com vistas à integração e à percepção de que todas as coisas estão interligadas e o que acontece em uma parte reflete no todo e vice-versa.
Trabalha-se com fenômenos isolados e apresentados fora de um contexto histórico, social, político, cultural e fora da realidade dos/as estudantes. De modo geral, esse currículo desconsidera a diversidade cultural, privilegiando visões de mundo hegemônicas.

Considerando que somos constituídos por aquilo que vemos, lemos, falamos, ouvimos, vestimos e considerando que esses discursos produzem nossas identidades, precisamos buscar outras construções curriculares, que incorporem a diversidade cultural, as questões de gênero, credo, etnia, classe social, sexualidade, corpo, consumo e ambiente, buscando compartilhar saberes e (re)construir significados.

No âmbito da escola e do processo de escolarização, portanto, a diversidade humana representa as diferenças nos estilos, ritmos, necessidades, interesses, histórias de vida e motivações de cada aluno(a). Diferenças essas que devem ser (re)conhecidas, compreendidas e valorizadas pelos docentes como um recurso importante para ensinar a todo(a)s os estudantes na classe.

Educar na diversidade significa ensinar em um contexto educacional no qual as diferenças individuais e entre todo(a)s membros do grupo (classe) são destacadas e aproveitadas para enriquecer e flexibilizar o conteúdo curricular previsto no processo ensino-aprendizagem. Ao realizar a flexibilização e o enriquecimento do currículo, com a ativa participação dos seus(suas) estudantes, o docente oferece oportunidades variadas para o desenvolvimento acadêmico, pessoal e social de cada aluno(a).

Para este processo ser efetivo, é fundamental que a escola também ‘exercite a flexibilidade com relação às capacidades individuais de cada criança e coloque suas necessidades e interesses no centro de suas atenções’ (UNESCO, 2005b, p.17), porque é com base no compromisso de conhecer cada estudante que a escola se torna, gradualmente, um ‘ambiente de aprendizagem diferenciada’ (Idem).

Igualmente, a organização das atividades de classe deve privilegiar grupos de trabalho colaborativo e o apoio mútuo entre os aluno(a)s. Somente assim, a dinâmica de aula ganha características que são responsivas a todos os aluno(a)s e nas quais todo(a)s possam participar com sucesso, ou seja, uma aula inclusiva.
Para criar oportunidades de aprendizagens igualitárias na sala de aula, a abordagem inclusiva oferece orientações para que o(a) docente rompa gradualmente com as práticas pedagógicas homogêneas que se configuram por ‘um conteúdo curricular, uma aula, uma atividade e um mesmo tempo de realização da atividades para toda a turma’. Para educar na diversidade, o docente deve adotar em sua prática pedagógica os princípios orientadores da prática de ensino inclusiva (MEC/SEESP 2005, pp. 23-25).

A resposta à diversidade implica que a escola promova uma educação que tenha em conta as necessidades individuais de todos os seus alunos e pressupõe uma nova filosofia organizacional, assente nos princípios da diversidade,
Numa escola preocupada com a construção de uma educação de qualidade para todos os alunos, parte-se do princípio de que a diversidade é um aspecto enriquecedor de um grupo e de que as respostas diferenciadas exigidas por alguns alunos podem beneficiar todos os outros.
Uma escola inclusiva não pode, pois, orientar-se pelo paradigma da uniformidade curricular, o que exige alterações profundas ao nível da organização e gestão curricular e da formação de professores e claro, de início, um currículo flexível, portanto adaptável.

                   

Fontes:

SILVA, T. T. (2002). Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica.

MEC/SEESP. Educar na Diversidade. Material de Formação Docente. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. 2005

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Atividade 3.3 - "Relatos de projetos de trabalho"

Cito abaixo, recursos e sites, pois vislumbramos nos mesmos a chamada era da informação. Sendo assim devemos preparar nossos alunos a aprender a aprender, para que sejam capazes de selecionar informação e transformá-las em conhecimento.

VÍDEO
Vídeo retirado do “Recursos Educacionais”:
Matemática: As Probabilidades (aprox. 11MB para baixar):
Excelente para quem ministra aulas na EJA (Educação de Jovens e Adultos)
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=11915

PORTAL DOMÍNIO PÚBLICO
O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.
http://www.dominiopublico.gov.br/

RIVED
O RIVED - Rede Interativa Virtual de Educação é um programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que tem por objetivo a produção de conteúdos pedagógicos digitais, na forma de objetos de aprendizagem (atividades multimídia interativas ).
http://rived.mec.gov.br/

PORTAL DO PROFESSOR
O Portal do Professor é um lugar para criar, visualizar e compartilhar aulas de todos os níveis de ensino. As aulas podem conter recursos multimídia, como vídeos, animações, áudios etc, importados do próprio Portal ou de endereços externos. Qualquer professor pode: criar e colaborar; desenvolver aulas individualmente ou em equipe; pesquisar e explorar o conteúdo das aulas.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/

TV ESCOLA - O canal da Educação
A TV Escola é um canal do Ministério da Educação, sobre educação e para a educação. No ar 24 horas por dia, o canal exibe os melhores documentários e séries nacionais e internacionais.
Para professores é uma ferramenta de formação continuada, pois, além dos vídeos, exibe comentários e dicas pedagógicas. Para os alunos, uma fonte de conhecimento e aprendizagem sobre história, ciências, matemática, geografia, língua portuguesa e todas as outras áreas curriculares da Educação Básica.
http://portal.mec.gov.br/tvescola/

BANCO INTERNACIONAL DE RECURSOS EDUCACIONAIS
O Banco Internacional de Recursos Educacionais tem o propósito de manter e compartilhar recursos educacionais digitais de livre acesso, mais elaborados e em diferentes formatos - como áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional - além de imagem, mapa, hipertexto considerados relevantes e adequados à realidade da comunidade educacional local, respeitando-se as diferenças de língua e culturas regionais. Banco Internacional de Objetos Educacionais tem envidado esforços para que nenhum direito autoral seja violado.
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/

Atividade 3.1 - "Contextualizando a mudança: da teoria à prática"

Ser professor, na atualidade, é mais complexo do que foi no passado. Hoje, nós professores temos, não somente, que lidar com o conhecimento elaborado, mas também com a tecnologia e com a complexidade social.
Avançamos muito historicamente, pois todos as crianças vão para a escola, de todos os grupos sociais e etnias. Cabe a nós conhecermos melhor este universo para melhor atuar nele. Para isso recorremos aos recursos tecnológicos (livros digitais, CDs, DVDs, jogos educativos online dos diversos componentes curriculares e Temas Transversais etc) atividade lúdicas, jogos educativos etc, em sala de aula e estratégias como diálogo para conquistar, convencer, motivar a usar mídias não só para lazer, mas essencialmente na facilitação da aprendizagem, o uso do computador e internet têm uma grande influência para despertar o interesse, em virtude da infinidade de informação que dispõe por meio de links que o aluno pode navegar espontaneamente a partir da direção que o Regente indica, além da participação ativa do aluno nas atividades desenvolvidas, reforço escolar para os que estão com maior déficit de aprendizagem.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Me ensina



Falta tanto,pra ser assim como você meu amado Jesus.
As vezes parece que eu não estou nem perto de você e as vezes eu paro e vejo que ainda não sou quem eu gostaria de ser.
Eu quero ser como você Jesus,irrepreensível aos olhos do Pai. Quero viver unicamente para Deus e agradar somente a Ele,quero amar as pessoas como amo a mim mesmo e quero falar desse tamanho amor de Pai aos meus irmãos para que eles possam senti-lo e vivência-lo.
Me ensina a fazer tudo isso meu Pai,envia seu Santo Espírito para que eu possa levar a luz de Cristo as pessoas e para que eu possa viver o evangelho com a minha vida.

Um passo de cada vez


Só podemos conquistar algo quando aprendemos a dar um passo de cada vez. É por meio de pequenos passos, firmes e repetidos, que vamos alcançar grandes realizações e vencer desafios. É melhor sofrer um derrota no caminho do empreendimento do que na paralisia da acomodação. Comece a dar seus passos mesmo não sabendo até onde você conseguirá chegar. Caminhando você pode ter certeza que irá mais longe do que se ficar parado no mesmo lugar, olhando o tempo, tentando imaginar se vai ou não cair uma tempestade.
Gálatas 6:9 Não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos.

Já reparou ...


Já reparou que tem pessoas que quando te abraçam deixa o perfume delas em você?
E tem pessoas que deixam na gente uma fragância especial que não se compra.
Tem gente que só de estar ao nosso lado nos deixa com o perfume suave de Cristo,e essas são as melhores pessoas pra se estar.

Eu te agradeço Deus

Eu te agradeço, Deus
Por se lembrar de mim, e pelo teu favor
E o que me faz crescer;
Eu vivo pela fé, e não vacilo;
Eu não paro, eu não desisto,
Eu sou de Deus, eu sou de Cristo.
Eu te agradeço, Deus
Por se lembrar de mim, e pelo teu favor
E o que me faz crescer;
Eu vivo pela fé, e não vacilo;


Eu não paro, eu não desisto,
Eu sou de Deus, eu sou de Cristo.
Você mudou a minha história
E fez o que ninguém podia imaginar
Você acreditou e isso é tudo
Só vivo pra você
Não sou do mundo,não.
A honra, a glória, a força
O louvor a Deus
E o levantar das minhas mãos
É pra dizer que te pertenço, Deus.
Eu te agradeço, Deus
Que no deserto não me deixou morrer
E nem desanimar
E como aquela mãe, que não desiste
você não se esqueceu, você insiste...
Você mudou a minha história
E fez o que ninguém podia imaginar
Você acreditou e isso é tudo
Só vivo pra você
Não sou do mundo,não.
A honra, a glória, a força
O louvor a Deus
E o levantar das minhas mãos
É pra dizer que te pertenço, Deus.
Oh, oh, oh ,oh, oh, oh, oh, oh, oh....
Você mudou a minha história
E fez o que ninguém podia imaginar
Você acreditou e isso é tudo
Só vivo pra você
Não sou do mundo,não.
A honra, a glória, a força
O louvor a Deus
E o levantar das minhas mãos
É pra dizer que te pertenço, Deus.

(Kleber Lucas)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Atividade 2.11 - Conhecendo o Wikcionário


Wikcionário é um projeto web multílingue pertencente à Wikimedia Foundation com a finalidade de criar um dicionário eletrônico de conteúdo livre, disponível em mais de 172 línguas diferentes. Ao contrário do padrão normal de dicionários, este é escrito colaborativamente por voluntários que usam o software wiki, permitindo que os artigos possam ser alterados e modificados por quase todas as pessoas de acesso ao site.

Tal como o seu projeto gémeo Wikipédia, o Wikcionário é executado pela Wikimedia Foundation. Pelo fato de o Wikcionário não ser limitado por de espaço de imprensa, a maioria das versões de diferentes idiomas do Wikcionário fornece definições e traduções de palavras de diversas línguas, e algumas edições oferecem informações adicionais, tipicamente encontrados em tesauros e léxicos.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Atividade 2.10

Wikipédia: Mona Lisa
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mona_Lisa&oldid=25196390

Wikipédia: Tecnologia e Educação


Atividade 2.7 - Execução do planejamento


A atividade foi realizada com os primeiros anos, A, B, C, D, E e F da Escola Polo Municipal Prefeito Adê Marques.
Essa atividade foi muito prazerosa e houve grande entusiasmo e comprometimento por parte dos alunos durante a realização das diferentes etapas.
No decorrer da atividade os alunos logo perceberam a diferença entre os temas destacados: Folclore : Saci Perere, Curupira, Mula sem Cabeça, Boto, Bicho Papão e Bumba meu boi. Cada turma, ficou responsável por uma história.
O trabalho foi realizado de forma coletiva e dividido em vários momentos sob a orientação da professora regente e da Professora de Tecnologia que deu apoio e suporte técnico-pedagógico acerca do uso das ferramentas.
Primeiramente a professora regente, contou a historinha para os alunos, depois foram ate a sala de tecnologia para ver no data show, a história ilustrada, depois os alunos produziram um texto individual que foi redigido pela professora em sala de aula. Num segundo momento os alunos ilustraram a história juntamente com a professora de artes e também criaram uma definição própria das histórias que se tornariam os hiperlinks.
A parte da ilustração e a reescrita da história foi entregue à Orientadora Tecnólógica para ser digitado juntamente com os textos que serviriam como a página onde a definição dos hiperlinks ficariam hospedados.
Após estes dois momentos os alunos foram levados à sala de tecnologia para contar a história com suas proprias palavras e a professora de tecnologia, gravou as histórinhas, para futuramente trabalhar a ilustração de cada uma, em forma de video.
As histórias vão ser gravadas em um DVD, para ajudar outras crianças, a conhecer as história do folclore de uma maneira diferente.

Atividade 2.3 – O que é hipertexto


Quando mais utilizo esse mundo digital, mais agilizo minha mente e o domínio dessa ferramenta e seus procedimentos. Tenho mais acesso ao conhecimento da sociedade e passo a ser uma observadora, ampliando cada vez mais meus horizontes.
O termo hipertexto designa um processo de escrita/leitura não-linear e não hierarquizada que permite o acesso ilimitado a outros textos de forma instantânea
Os links também conhecido como hiperlinks, por exemplo, possibilitam-me a capacidade de uma leitura dinâmica ligando-me a outro(s) documento(s) ou recurso(s). Propiciando-me muito mais que informação, um conhecimento amplo.
Entretanto é preciso está atenta para não esquecer o objetivo original da minha pesquisa deixando-me envolver apenas pelos inúmeros atrativos.

Atividade 2.2 - Navegação em Hipertexto sobre hipertexto




A palavra hipertexto tem sido usada nos dias atuais para textos ramificados e responsivos, onde o internauta tem acesso a mais informação ao clicar nos hiperlinks ou links, apartir daí um texto se liga a outros textos, isso graças ao filósofo e sociólogo Ted Nelson em 1965.
O sistema hipertexto mais conhecido é a World Wide Web, porém a idéia de hipertexto surgiu muito antes da internet, no século XVI e XVII através dos manuscritos e marginalia
Pesquisando diversas definições de autores sobre o termo hipertexto, pode-se dizer que o termo designa um processo de escrita/leitura não-linear e não hierarquizada e que permite o acesso ilimitado a outros textos de forma instantânea constituída a base da Internet. Em outras palavras, ao acessarmos um site, por exemplo, escolhemos o caminho que desejamos seguir e, ao clicar o mouse em determinadas frases ou palavras, novos textos nos saltam aos olhos. Esta estrutura textual permite que o leitor, ao escolher a seqüência de leituras, seja co-autor do texto.
As principais características do hipertexto: Intertextualidade, velocidade, precisão, dinamismo, interatividade, acessibilidade, estrutura em rede, transitoriedade, organização multilinear. Na educação o hipertexto leva ao aluno a pesquisar, produzir testos e adquirir a construção do conhecimento de forma dinâmica e interagindo no mundo digital. Caracterizando o aluno como individuo antenado com seu tempo, e descobrindo que quase tudo é possível no mundo digital e que os obstáculos que encontramos podem ser ultrapassados com segurança, usando os hiperlinks a seu favor como forma de aprendizagem.



Atividade 1.6


O objetivo é de construir e não o de instruir. Tendo como idéias centrais: conhecimento/construção; processo interativo; prática como suporte da reflexão; interdisciplinaridade; cooperação/reflexão/tomada de consciência; autonomia.São processos que: Partem das indagações dos alunos e do conhecimento que eles já têm desenvolvem-se com a colaboração/cooperação interna e externa (diversidade); rompem com horários, disciplinas, sequências, pré-requisitos, hierarquias, espaço...; fazem dos alunos e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.
Nesse ambiente os alunos podem: levantar hipóteses; analisar, organizar e selecionar informações para tomada de decisões conscientes; desenvolver novas formas autônomas de criação, comunicação e expressão nas Ciências, Artes e Técnicas; intuir, refletir e imaginar; ser solidário e cooperativo.
O professor passa a ser: orientador, desafiador; aprendiz; pesquisador; inovador; autônomo. Vamos participar e construir uma comunidade dinâmica e solidária de aprendizagem. A partir de Projetos de Aprendizagem a serem construídos em grupos, compartilhando as pesquisas e experiências via on-line, podemos construir novas formas de aprender.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Atividade 1.5


Tic's - Atividade 1.2 - " Quem sou eu como professor e aprendiz?"


Bom dia a todos, meu nome é Monalisa sou a Professora Responsavél pela STE da Escola P.M.João Carlos Pinheiro Marques. Vou falar um pouco da Atividade 1.2 - " Quem sou eu como professor e aprendiz?" O importante, como educadores, é acreditarmos no potencial de aprendizagem pessoal, na capacidade de evoluir, de integrar sempre novas experiências e dimensões do cotidiano, ao mesmo tempo em que compreendemos e aceitamos nossos limites, nosso jeito de ser, nossa história pessoal. O educador é um ser complexo e limitado, mas sua postura pode contribuir para reforçar que vale a pena aprender, que a vida tem mais aspectos positivos que negativos, que o ser humano está evoluindo, que pode realizar-se cada vez mais. Pode ser luz no meio de visões derrotistas, negativistas, muito enraizadas em sociedades dependentes como a nossa.
Me vejo como educadora, sinalizadora de caminhos e envolvida com meu trabalho. E, enquanto educadora, sou testemunha viva de que podemos evoluir sempre, ano após ano, tornando-nos mais humanos e mostrando que vale a pena viver.

Tic's - Atividade 1.1 – Reflexões Iniciais


As coisas estão mudando numa velocidade muito rápida e isso exige um constante aprendizado que atenda a essa demandas crescentes.
Diante disso, a escola não é mais a única detentora de informações e conhecimentos; ela divide espaço com outros meios, ás vezes mais atraentes e facilitadores do que a própria escola. Surge assim, a necessidade da escola converter informações em conhecimentos, articulando conteúdos e saber. O desafio atual do sistema educacional é, evidentemente, formar os alunos para terem autonomia na busca e na seleção de informações, na produção de conhecimentos para resolver problemas da vida e do trabalho e, principalmente, para que estejam dispostos a aprender a aprender ao longo da vida.
Os professores devem ser profissionais maduros, curiosos, entusiasmados, abertos, que saibam motivar e dialogar.
A escola não é a 1ª fonte de conhecimento que o aluno adquire, portanto deve ser capaz de formar cidadãos críticos, capazes de acessar, assimilar e dar sentido à informação. Como não é possível prever quais os conhecimentos específicos que os cidadãos precisarão dominar no futuro, cabe ao sistema educacional formar aprendizes mais flexíveis, eficazes e autônomos, capazes de enfrentar novas e imprevisíveis demandas de aprendizagem.
Faz-se necessário que o aluno se aproprie de novas formas de aprender e de relacionar-se com o conhecimento, adquirindo capacidades de aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação. A sociedade do conhecimento, da qual fazemos parte precisa ser transformada.
Para que isso ocorra preciso, primeiramente, acreditar nessa possibilidade, desejando e investindo em novos conhecimentos e aprendizagens.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Projeto: Minhas histórias "Folclore" - STE


Título: 

  • Projeto: Minhas histórias "Folclore"

Direção:
  • Giseli Souza de Oliveira
Coordenação:
  • Cleide Moraes de Souza Santos
  • Edicleide Ayala Matheussi
  • Maria Olga Aquino do Nascimento
Professores envolvidos no projeto:
  • Eva de Jesus Falcão de Oliveira
  • Fabiana Arruda Lopes
  • Fátima Jane dos Santos
  • Florinda Rofrigues Espindola
  • Sandra Viana dos Santos
Professor da STE e responsável pelo Projeto:
  • Monalisa Mara Meninelli Molina
Escola:
  • E.P.M. Prefeito Adê Marques
Público Alvo:
  • Alunos dos 1° Anos A,B,C,D,E e F
Turno:
  • Matutino e Vespertino

2) Justificativa:
  • Folclore é a maneira de agir, pensar e sentir de um povo ou grupo com as qualidades ou atributos que lhe são inerentes, seja qual for o lugar onde se situa, o tempo e a culura. Não é apenas o passado, a tradição; ele é vivo e está ligado à nossa vida de um jeito muito forte. Por isso, é tão importante conhecê-lo.
    O saber folclórico é o que aprendemos informamente no mundo, por meio do convívio social - por via oral ou por imitação. Ele é universal, embora aconteçam adaptações locais ou regionais, como consequências dos acréscimos da coletividade.
    "Folclore é o conjunto de coisas que o povo sabe, sem saber quem ensinou". ( Xavier)
    O professor deve saber aproveitar o atraente, rico e variado mundo do folclore, como fonte inesgotável de motivação didática e de elevada importância pedagógica.
    Este trabalho será desenvolvido através de fundamentação teórica por parte do professor e dos próprios alunos e realizado em sala de aula, a partir do lar, da família, estendendo-se à vizinhança e a comunidade. Desta maneira, o trabalho pode ser regionalizado, enfatizando-se as manifestações ligadas às atividades locais. Outra experiência folclórica, a culinária resulta do encontro de diferentes culturas, diversidade do clima e abundância de recursos naturais. por meio dela o professor pode trabalhar os sentidos, a matemática, a estética e a saúde alimentar dentre uma infinidade de outros aspectos.

3) Objetivo Geral:
  • resgatar, vivenciar e valorizar as manifestações da cultura popular brasileira.
  • pesquisar sobre o folclore
  • conhecer os personagens
  • assistir as histórias de cada personagen no datasho
  • discutir com o grupo a cultura popular brasileira
  • construir um texto próprio sobre o folclore
  • ilustrar
  • na sala de tecnologia, utilizando o programa “Folclore”, os alunos vão montar caça-palavras, jogo da memória, colorir os personagens e sete erros.

4) Objetivo Específico:
  • Levar os alunos à:
    - Conhecer a importância do folclore. - Contar a história, usando sua imaginação e criatividade.
5) Metodologia e estratégia de ação:
  • LÍNGUA PORTUGUESA:
  • Ortografia
  • Leitura e reescrita das histórias
  • Leitura de poesias em casa.
  • ARTES:
  • Ilustração dos personagens
  • EDUCAÇÃO FÍSICA:
  • Cantigas
  • SALA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL:
  • Utilização do movie makie na produção de vídeos.
  • Utilizar o programa “Folclore”
  • Assistir as Hitórias no Datashow

6) Atividades:
  • As atividades serão desenvolvidas de forma individual e coletiva com a interação da tecnologia, professor e aluno em sala de aula e sala de tecnologia. Os professores regentes mostraram, e contaram as manifestações da cultura polpular brasileira analisando cada uma delas, os alunos vão á sala de tecnologia para conhecer e brincar com o programa “Folclore”, com histórias, jogos de coloração dos personagens folcloricos. Os mesmos ainda criarão desenhos que possam ilustrar os textos ( parlendas, trava-línguas, contos) trabalhados em sala.
    Cada turma, individualmente vai até a sala de tecnologia, para a que a professora responsável faça a gravação de suas histórias.
  • Cada turma, está responsável pelas atividades de cada lenda, Saci Perere, Mula sem cabeça, Bicho papão, Curupira, Bumba meu Boi, Boto cor de rosa. Musica, coloração dos personagens e contando a história.

7) Cronograma:
  • Agosto e Setembro

8) Recursos ( aplicativos / ferramentas utilizadas):
  • Computador, movie maker e Data Show
  • Livros de História folcloricas, caderno dos alunos, máquina fotográfica, micro systen, som e microfone.

9) Avaliação:
  • Avaliar a participação e o desempenho dos alunos na realização das atividades propostas

10) Produção Final
  • Confecção de um Dvd de folclore a partir das proprias histórias contada pelos alunos, contendo as fotos, videos, ensaios,musicas, que ficará 1 cópia na sala de tecnologia e 1 cópia na biblioteca da escola. Para que outros alunos possa estar conhecendo as histórias contadas de uma maneira diferente.

11) Bibliografia:
  • Revista do Educador (especial guia prático para os professores). Ano 2008. Nº 14. Editora Lua. Cotia: SP. 



    Colorindo os personagens - SALA DE TECNOLOGIA 
    "Desenhando o dia-a-dia - Folclore"











     

Bom Dia!


Sabor de Mel - Damares


O agir de Deus é lindo
Na vida de quem é fiel
No começo tem provas amargas
Mas no fim tem o sabor do mel
Eu nunca vi um escolhido sem resposta
Porque em tudo Deus lhe mostra uma solução
Até nas cinzas ele clama e Deus atende
Lhe protege
Lhe defende
com as suas fortes mãos
Você é um escolhido
E a tua história não acaba aqui
Você pode estar chorando agora
Mas amanhã você irá sorrir.
Deus vai te levantar das cinzas e do pó
Deus vai cumprir tudo que tem te prometido
Você vai ver a mão de Deus te exaltar
Quem te vê há de falar
Ele é mesmo o escolhido.
Vão dizer que você nasceu pra vencer
Que já sabiam porque você
Tinha mesmo cara de vencedor
E que se Deus quer agir ninguém pode impedir
Então você verá cumprir cada palavra
Que o Senhor falou,
Quem te viu passar na prova
E não te ajudou
Quando ver você na benção
Vão se arrepender
Vai estar entre a plateia
E você no palco
Vai olhar e ver
Jesus brilhando em você
Quem sabe no teu pensamento
Você vai dizer
Meu Deus como vale a pena
A gente ser fiel
Na verdade a minha prova
Tinha um gosto amargo
Mas minha vitória hoje
Tem sabor de mel.
Tem sabor de mel
Tem sabor de mel
A minha vitória hoje
Tem sabor de mel.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Colcha de Retalhos

Senhor,
Outro dia fiz uma colcha de retalhos.
Todos os restinhos de pano que guardei iam servir.
Ao pegar cada pedaço recordava-me de pessoas, acontecimentos...
Como se cada um tivesse sua história para
contar.
Fui costurar.
Cores que á primeira vista não combinavam, padrões e desenhos totalmente diferentes,
tudo se juntou.
A colcha ficou pronta. E como ficou bonita!
E fico pensando:
Tu criastes todos os seres diferentes. Ninguém é igual ao outro. Nada de repetição, de monotonia.
E não são diferentes só fisicamente. Todos pensam diferente, sentem diferentes, agem diferentes.
Um completa o outro. Um apóia o outro.
Que maravilha é uma "colcha" de tantos seres diferentes, formando a humanidade.
Por que quero que todos sejam iguais, pensem iguais, sintam iguais?
Eu sou um pedacinho no grande conjunto. Embelezo sua criação de um determinado modo.
Outros realçam cores, outros padrões.
Importante é querer ser "costurado" aos outros retalhos e não ficar isolado.
Todos unidos na procura da união e da fraternidade, cada um de seu modo, formam a grande colcha da unidade, na pluriformidade.
OBRIGADO, SENHOR!"
 
(Autor desconhecido)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Atividade 4.2 - Projeto Integrado de Aprendizagem

PROJETO RADIO NA ESCOLA

ESCOLA PÓLO MUNCIPAL JOÃO CARLOS PINHEIRO MARQUES



NOME DO PROJETO: ME OUÇA AM & FM




RESPONSAVEIS PELO PROJETO:
PROFESSORA STE: MONALISA MARA MENINELLI MOLINA
SECRETARIO: ABDO LATIF FRANCO ZOGAIB
AUXILIAR ADMINISTRATIVO: ANANDA MORALES DE SOUZA



PONTA PORÃ, 27 DE ABRIL DE 2011


APRESENTAÇÃO
O projeto Rádio-escola é uma proposta de trabalho coletivo elaborado com referência no artigo “Comunicação” da revista educativa Aprende Brasil, articulado e apresentado pela Professora de Tecnologia Monalisa Mara Meninelli, Secretários Administrativos Abdo e Ananda. Na Escola Pólo Municipal João Carlos Pinheiro Marques, a todos os membros da comunidade escolar e envolve claramente uma proposta de trabalho que tem como ponto de partida a implementação de uma rádio escolar, visando ampliar a comunicação e estimular trabalhos em grupos, já que o trabalho coletivo é considerado de grande importância para o desenvolvimento da educação e da sociedade democrática.

JUSTIFICATIVA
Um fato é inegável: cada dia mais os meios comunicação se incorporam, indistintamente, ao cotidiano de todas as camadas sociais da população. Fotos exibidas em painéis e revistas, cenas de novelas, noticiários televisivos ou radiofônicos, programas de auditório, propagandas, clipes e ritmos musicais não nos passam despercebidos. Muito pelo contrário: são tão absorvidos, que, além de nos ocuparem por horas, acabam, ainda, por virar temas de muitas de nossas conversas diárias. Somos uma multidão de mulheres, homens, jovens e idosos, que em nossas casas, locais de trabalho, escolas ou rodas de amigos, mostramos interesse por saber detalhes da vida pessoal dos astros, discordamos entre nós sobre atitudes ou pronunciamento emitido por eles... Não raras são as vezes que os tomamos como parâmetro de comportamento, gosto e valores. Em grau maior ou menor, gostamos de parecer com eles, de pensar como eles (não nos esqueçamos de que também os apresentadores e comentaristas de noticiários "fazem nossas cabeças"!... )
Seria essa uma atitude própria somente dos pobres e incultos? Engano. Profissionais da educação se relacionam intimamente com os meios de comunicação, tanto quanto os alunos, apenas não demonstram. Grande maioria deles faz de conta que não vê televisão, que não compra revistas populares, que não ouve as mesmas emissoras que tocam sempre o mesmo tipo de música, que não "navega" por sites da internet com a mesma curiosidade e malícia de todo cidadão comum...São unânimes ao afirmar, por exemplo, que televisão é prejudicial para o desenvolvimento saudável das crianças...
E por que isso acontece? Quais motivos justificam o fazer de conta de que são tão diferentes das outras pessoas? Porque, entre tantos outros fatores, foram formados num modelo de educação que apenas privilegiava uma linguagem - a erudita, chamada livresca.
Depois, seus cursos de formação para o magistério lhes ensinou dar aula segundo o mesmo princípio. Tudo o que fugisse dele, deveria ser considerado de pouco valor, desprestigiado e mantido fora do espaço escolar. Dá para começar a entender, então, porque esses tantos sentem vergonha - principalmente diante de discípulos ou gente que julga de elite - de admitir que se entretêm com algo que vai além da leitura de bons livros ou idas a teatro!...
E por que isso merece destaque? Que problema se levantam, a partir dessa constatação?
Vários. Primeiro que estão mantendo uma farsa (esta sim, prejudicial para o desenvolvimento sadio das crianças e jovens!); demonstram estar em desacordo (o que é muito grave!) com os postulados da educação nacional que se atribui o papel de, em sintonia com a atualidade, promover um ensino vivo, significativo, que possibilite a formação de pessoas esclarecidas, atuantes; revelam desconhecer que é impossível formar para a cidadania sem educar para a comunicação, para a compreensão dos eficazes mecanismos de funcionamento das mídias.
Porém, felizmente, podemos afirmar que mudanças já estão acontecendo. De um lado, a própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira - refletindo, até certo ponto, o pensamento de grandes pensadores nacionais - declara que uma escola competente é aquela que promove o conhecimento das várias linguagens que norteiam a era da informação. É uma escola que se interessa por formar pessoas que compreendam e dominem os sistemas de produção de informação e, conseqüentemente, estejam melhor preparadas para atuarem de forma mais responsável com a vida em sociedade. De outro, o Ministério da Educação reconhece o surgimento de um novo campo - o da Educomunicação - e o de um novo profissional - o Educomunicador - que atua na formação de ecossistemas comunicacionais, promotores do bom uso das mídias.
Uma escola cidadã sabe, por conseqüência, que educação resulta de investimento permanente na formação de seu quadro profissional. Reconhece, por conseguinte, que os resultados esperados não são imediatos, afinal, está reformulando uma pedagogia sedimentada durante décadas...

PROCEDIMENTOS
Desde o início, adotaremos a OFICINA como forma de trabalho. Já no primeiro dia de encontro, os participantes elaboraram, produziram e apresentaram um programa de rádio.
• Os alunos são divididos em grupos de 4 alunos.
• Cada grupo fica responsável uma semana por mês pela rádio.
• No horário oposto de aula desses alunos eles irão pesquisar na sala de Tecnologia, notícias a respeito da programação da rádio.
• Durante os intervalos os alunos elaboraram a partir da orientação de cada professor uma grade de programação com duração de dez minutos onde é transmitido em tempo real informes gerais, assuntos diversos sobre atualidades, saúde, ciência e tecnologia, esporte e uma programação especial com transmissão em espanhol, além de música e recados.

OBJETIVOS
• Fazer do rádio um instrumento para a consolidação de escolas realmente cidadãs;
• Contribuir para a compreensão de que o rádio é um veículo de comunicação eficiente para tornar público o trabalho educacional efetivamente realizado na unidade escolar;
• Investir na formação de repórteres mirins, para que consigam comunicar em linguagem mais acessível assuntos ligados à cultura, saúde, educação e política.
• Evidenciar através dos programas produzidos e apresentados por alunos e professores a interdisciplinaridade inerente ao Projeto;
• Desenvolver habilidades e tendências comunicacionais dos participantes;
• Assessorar os profissionais envolvidos no projeto para que se utilizem do rádio como um instrumento eficaz de ensino;
• Reconhecer crianças e adolescentes como produtores de cultura, integrando-os aos meios de comunicação, em geral ocupados por adultos;
• Exercitar a comunicação oral, aperfeiçoando a objetividade e clareza de exposição do pensamento;
• Favorecer a convivência e trabalho em grupo, respeitando diferenças, níveis de conhecimento e ritmos de aprendizagem de cada integrante da equipe.

OBJETIVOS ESPECIFICOS
• Estimular a divisão de responsabilidades.
• Familiarizar-se com os recursos oferecidos pelo Computador.
• Desenvolver a percepção auditiva, a concentração, a linguagem, a socialização e a imaginação dos mesmos.
• Incentivar a socialização entre os alunos;
• Propiciar a melhoria do vocabulário dos alunos;
• Valorizar o uso da radio como forma de comunicação e interação,
• Utilizar os recursos do computador como ferramenta importante no processo de aprendizagem.

FERRAMENTAS UTILIZADAS:
Notbook da escola
Rádio
Microfone
Caixas de som
1 Mesa

REFERENCIAS

Radio Escola – Disponível no site
Portal do Professor – Disponível no site